CONTOS ( 2 )
O PROFESSOR “PIRADO” E SUA HISTÓRIA MALUCA
Introdução
Antes de começar a narrativa desta história, quero avisar a todos que se propuserem a lê-la, que consegui realizar um fato inédito na literatura brasileira.
Por essa razão, pretendo concorrer a uma confortável cadeira naquela nobre associação de literatos.
Tenho certeza de que vou conseguir desagradar a quase todas as pessoas que lerem esta história maluca. E é este, o fato inédito.
Se já não era, vou passar a ser uma das pessoas mais desagradáveis desse mundo.
Quero avisar também, que minha mãe já morreu, faz tempo.
Acredito que a maioria das pessoas, inclusive eu próprio, se enquadrem em algum tipo de crítica encontrada no desenrolar desta história maluca.
Procurei ser o menos hipócrita possível nas minhas colocações. E esse é o grande problema; a maioria das pessoas são muito hipócritas.
Talvez, o único lugar em que todos nós não sejamos hipócritas, é em frente ao nosso espelho, e mesmo assim, quando estamos sozinhos.
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Quando eu era criança, adorava ver os soldados marchando e cantando hinos nas festividades do “Dia da Independência”. Só não entendia porque essa festividade era chamada de “Parada” do Sete de Setembro. Todos os soldados ficavam andando e marchando!
Diariamente no colégio, cantávamos todos os hinos brasileiros imagináveis e íamos marchando para a sala de aula, cantando a “Canção do Soldado”. Até hoje, consigo lembrar das letras desses hinos.
Será que essa prática escolar me fez bem? Será que ajudou alguma coisa na minha formação? Acredito que sim.
O mais interessante, é que não se tratava de uma escola militar, muito pelo contrário, era religiosa, de origem Católica Apostólica Romana; Instituto Menino Jesus era o seu nome.
Estudei catecismo naquela época, com recursos audiovisuais, imaginem! Adorava aquelas aulas.
Minha imaginação se transportava ao passado distante. Sentia a sensação de estar vivendo naquela época, que nem o Seixas, que viveu desde dez mil anos atrás.
De fato, isso tudo foi muito bom para a minha formação, isto é, me preparei para começar a entender o que é religião e militarismo.
Enfim, estava sendo induzido a ser um militar católico praticante, como se isso fosse possível.
O único militar católico praticante que conheço, chama-se agora, depois de reformado como General, “seu” Antonio. Ele é pai de uma das mulheres do meu sobrinho, que também está reformado como Contra-Almirante. Ela é a “oficial” do oficial! Ficou claro?
De vez em quando, encontro com o “seu” Antonio no Metrô, carregando uma bíblia sagrada debaixo do braço. Creio que ele já está pensando na morte e, por essa razão, deve estar tentando prestar contas com Jesus Cristo. Por que a maioria das pessoas só faz isso, quando passam a pensar em sua morte? Querem virar santo? Classifico esse tipo de pessoas que andam com a bíblia debaixo do braço de “religioso de sovaco”.
Felizmente, não me transformei em militar e muito menos em católico praticante, mesmo com a tentativa de indução.
Até pouco tempo atrás, ao ouvir o Hino Nacional Brasileiro, não conseguia conter as lágrimas. Hoje em dia, ao ouvi-lo, não me emociono mais, devido às decepções que os governantes gananciosos me proporcionam com os seus desmandos, facilitando a corrupção e a impunidade. Lágrimas agora, só ocorrem quando entra algum cisco nos meus olhos, trazido pelo vento.
Nunca quis comungar e muito menos me confessar, mesmo durante os cinco anos que passei naquela escola primária. Desde tenra idade, nunca me deixei induzir a nada, por sorte. Só faço o que quero fazer; “vivo e deixo viver”. Essa é a minha filosofia de vida.
Qualquer orientador religioso, seja dessa ou daquela religião ou credo, que, por essa razão, não satisfaz sua necessidade fisiológica sexual, de uma forma respeitosa, normal e não vulgar e promíscua como atualmente a maioria das pessoas faz, ou, ainda pior, o faz de forma ilícita, tem problemas psíquicos graves ou é hipócrita e mau-caráter, na mais pura essência das palavras.
Classifico da mesma forma, quem está programado para dar ordens absolutas e, às vezes, absurdas, “de cima para baixo”, sem se preocupar em colocar os problemas de origem em discussão com um grupo representativo de pessoas.
Esse procedimento é próprio dos militares das três armas, em todos os níveis de comando.
Não servir às Forças Armadas, foi a terceira sorte que dei na vida.
A primeira, foi ter sido gerado, parido, amamentado e criado por Belleza, a minha “velha”.
A segunda, foi ter conhecido Edna Mara na encruzilhada da minha adolescência.
Poucas pessoas têm sentimento bastante para entenderem o que é a encruzilhada de uma adolescência. Essas poucas pessoas são especiais.
Pela nossa vida afora, em certos momentos, surgem encruzilhadas para que possamos escolher o caminho certo. A mais importante de todas, acontece, às vezes, na adolescência. Sem dúvida nenhuma, é a mais difícil de ser sobrepujada a contento. Talvez, pela inexperiência de vida pela pouca idade.
Existem várias direções possíveis de serem tomadas, porém, sentido correto só existe um. A Física explica isso.
Para isso, é necessário boa índole e motivação, que poderão ser desenvolvidas através de uma companhia certa; porque o ser humano não consegue caminhar sozinho desde o nascimento até a morte.
Com absoluta certeza, posso dizer que Edna Mara me ajudou a escolher o melhor caminho a seguir. Talvez, nem ela mesma saiba disso. Se não fosse assim, possivelmente não estaria aqui, agora, escrevendo esta história maluca.
Com referência à terceira sorte que dei na vida, posso dizer que os militares comandam seus subalternos pela força física e psíquica.
Sendo eu um anarquista, não me daria bem nas Forças Armadas.
Da mesma forma, com o procedimento dos orientadores religiosos, que comandam os crédulos, os incautos e os ignorantes, através de lavagens cerebrais contínuas, não seria bom pra mim, se eu compartilhasse dessas reuniões litúrgicas.
Como poderia confessar os meus pecados com algum religioso desse tipo? Ele tem todos os “defeitos de fabricação divina” que eu tenho. Somos seres humanos, somos todos iguais.
Os seres humanos estão vindo ao mundo com esses defeitos e, talvez por vaidade, Deus não quer admitir que houve erro no projeto original, quando da fabricação dos protótipos; Adão e Eva. Alguns religiosos chamam esses defeitos de fabricação divina de “pecado original”.
Deus deve estar querendo responsabilizar o setor de linha de montagem, pelos erros na fabricação em série.
Por essa razão, ele ainda tenta fazer alguns ajustes no mecanismo cerebral dos indivíduos e dá algum tempo, para que os mesmos se adaptem ao sistema.
O grande problema é que esse tempo que Deus dá para haver essa adaptação, é muito longo. Varia em torno de setenta anos.
Nesse período, o estrago que um equipamento com defeito de fabricação faz ao seu redor no sistema, é impressionantemente grande e, às vezes, irreversível.
Os robôs japoneses não fazem esse estrago!
Então, Deus deveria designar o seu assessor divino “sênior”; Buda, que é oriental, para que ele supervisionasse a linha de montagem, a fim de que fosse usada a tecnologia robótica nipônica, na fabricação em série dos seres humanos. Até agora, Deus ainda não decidiu designar Buda, para tal tarefa. Prefere testar os modelos já existentes, dando mais tempo para eles se adaptarem ao sistema. Só depois de muito tempo, é que Deus se convence que não houve nenhum resultado satisfatório com esse ou aquele indivíduo. Os ajustes cerebrais e o período de adaptação no sistema não funcionaram.
Aí, então, Deus faz o “Recall”, só que definitivo, descartando aquele equipamento defeituoso, mandando para a sucata. Logo em seguida, faz a substituição por um outro modelo “zero”.
Por tudo isso que foi dito até agora, posso afirmar com absoluta certeza que, em todos os tipos de regimes militares ou religiosos, ou, até mesmo de simples credos, existem indivíduos gananciosos, ávidos por dinheiro e poder. E, por essa razão, possuem todos os outros defeitos que derivam destes.
Como poderia dar o meu “dízimo” para alguém comprar mansões no país ou no exterior, para seu uso? Ou então, adquirir grandes fazendas com criação de equinos ou bovinos de raça, para si próprio? Ou ainda, se transformar rapidamente em grande empresário das telecomunicações mundiais?
Como eu poderia fazer doações periódicas para qualquer Monastério, a fim de que os monges vivam as suas vidas isolados do mundo, com medo de encararem a crua realidade da vida?
Eu nunca poderia pagar ao “Pai disso ou Pai daquilo”, por “trabalhos” desenvolvidos para prejudicar alguém, obter algum bem material ou alguma melhoria profissional justificada por incompetência.
Por ter “vivido” na época em que Jesus de Nazaré viveu, pude ver que todos os seres humanos são iguais, em qualquer lugar do planeta, em qualquer época, com qualquer religião ou com qualquer tipo de regime militar. Todos carregam uma grande quantidade de defeitos e alguns, uma pequena quantidade de virtudes. Acredito que esse mal seja genético, próprio da natureza humana.
Todo povo despreparado vive mal, porque é explorado pela minoria gananciosa, que pode ser de origem religiosa ou militar. Não sei qual é a pior.
É só pegar o “mapa mundi” e procurar países, cujo “povão” esteja bem de vida. Existem poucos. Na grande maioria dos países, os seus povos são explorados através dos regimes religiosos ou militares.
Aqui vai uma “dica”: será que existe algum país no mundo, que tenha sido colonizado por portugueses ou espanhóis e que o povo esteja bem de vida? Vide América do Sul, Central e sul da América do Norte.
Portugal e Espanha são países extremamente religiosos desde sei lá quando.
Outra “dica”: será que existe algum país no mundo, que sempre esteve sob regime militar rígido, cujo povo esteja bem de vida? Vide Continente Africano, parte da Europa, Ásia e Oceania.
O que sobrou? Quase que somente as calotas polares.
O que faz a diferença na qualidade de vida desse ou daquele povo, está relacionado diretamente com a sua educação.
Um povo educado, mesmo possuindo todos os defeitos inerentes à raça humana, se torna esclarecido e, consequentemente, respeita o Direito de outrem. Sabe que, se transgredir será punido. A lei naquele lugar hipotético de qualidade, não transige.
“Quem não transgride, não transige”.
Infelizmente, nos países subdesenvolvidos como o nosso, isto não tem valor nenhum. Sofro muito por isto.
Para que não haja transgressão, o povo esclarecido elege representantes honestos e preparados para governá-lo. As propostas de governo emanam do povo desenvolvido pela educação. Lá, não é necessário praticar qualquer tipo de fanatismo religioso. Não precisa de grandes exércitos. Dessa forma, o povo atinge o grau mais alto da democracia verdadeira.
Posso citar como exemplos de países muito próximos da qualidade de vida plena; os nórdicos, cujas capitais mais conhecidas são: Kopenhagen, a terra do chocolate, balas e bombons e, também, Oslo, a capital onde é encontrado o legítimo bacalhau português do Porto, com o verdadeiro e inconfundível “cheirinho obsceno”.
Jesus, em vez de ser de Nazaré, terra de maioria despreparada pela falta de educação básica, tinha que ser “Viking”. Ele poderia ser irmão de Odin. Seria uma dupla imbatível, a verdadeira dupla dinâmica.
Certamente, ele não seria crucificado pelos romanos com a permissão dos judeus. Odin, sendo guerreiro, não deixaria.
Jesus teria um povo esclarecido para ajudá-lo a disseminar anarquismo pelo resto do planeta. O mundo seria maravilhoso. Uns amando aos outros como a si próprios.
A dupla dinâmica Jesus e Odin daria origem a um grande seriado produzido em Hollywood e a Globo compraria os “direitos de exibição”.
Infelizmente, Jesus se criou em Nazaré, terra de ninguém.
Mas mesmo assim, Jesus vislumbrou a possibilidade de educar o povo que o rodeava, para que tivesse uma condição de vida melhor do que a existente na época.
Os governantes do local davam ordens “de cima para baixo”, sem se preocuparem com o efeito danoso, que atingia diretamente os mais necessitados. Era um regime militar rígido.
Jesus, que inexplicavelmente era muito inteligente, entendeu que só havia uma maneira de conseguir alguma melhoria nas condições de vida do seu povo; educar o maior número possível de indivíduos. Para isso, precisou de ajuda. Formou um grupo com mais doze pessoas. Naquele momento bastava. Ministrou ensinamentos básicos para o grupo, usando um artifício didático; a religião. Ele deve ter aprendido essa técnica de ensino, lendo as velhas escrituras religiosas.
Em toda a história da humanidade, pode-se dizer, que as religiões foram inventadas pelos mais “espertos”, para que pudessem agregar o seu povo.
É sabido, através da Ciência, que a raça humana é a única que precisa se agrupar, para sobreviver. Se isso não fosse feito, não chegaríamos aos dias de hoje. Quanto maior o grupo, maior a prosperidade geral.
Só que os cientistas esqueceram, que em países subdesenvolvidos como o nosso, o povo despreparado elege representantes corruptos, que usam largamente esse conceito científico em benefício próprio, isto é, quanto maior o grupo de congressistas corruptos, maior a prosperidade deles.
Enquanto isso, o Zé da Silva preocupado, conversa pelas esquinas, querendo saber quem vai para o “Paredão” no domingo. Não sabe que, quem deveria ir para o “Paredão” seriam os congressistas corruptos que o roubam, fazendo com que ele não tenha atendimento médico nos hospitais públicos, que tenha um salário miserável que não dá para pagar por uma moradia digna e que não tenha escola pra educar os seus filhos, etc, etc...
Agora recentemente, perdeu-se uma grande oportunidade de mandar para o “Paredão”, um grupo de governantes do Mercosul e seus asseclas (ou assessores?) Preciso consultar o “Aurélio”. Estavam todos reunidos no Copa.
Ao passar pela frente do hotel, vi grande movimentação de pessoas de diversos países sul-americanos, inclusive, alguns dirigentes. A hora era aquela! Para não danificar a estrutura do Copa, que é tombado pelo patrimônio histórico, bastaria uma bombinha de nêutrons.
Naquele momento, lembrei daquele refrão popular que se transformou em samba: “se alguém gritar, pega ladrão! Não fica um, meu irmão”.
Considero muito pior o que os governantes de um país como o nosso fazem com o povo, do que os nazistas fizeram com os judeus ou, o que os muçulmanos fazem, matando pessoas indiscriminadamente. Lá, eles matam muita gente por ideais políticos; dão até a própria vida para isso.
Aqui, eles arrasam com todo o “povão”, em benefício próprio.
A corrupção e os desmandos de todos os governos que conheci desde criança, datam de muito mais tempo do que eu pensava.
Quando a República foi proclamada, o autor do nosso hino já colocou o Brasil deitado de “bruços”, em berço esplêndido, ou seja, na posição ideal para ser enrabado eternamente. E é o que vem acontecendo desde então.
Em seguida, colocaram um aviso muito importante na nossa bandeira, a fim de que ficasse bem claro, para quem deveríamos nos curvar: “A ORDEM É PRO ESSO”.
Mais recentemente, tentaram mudar o nome brasileiro da Petrobras, para o nome norte-americanizado, Petrobrax. Só faltava essa! É uma pouca vergonha essa “entrega total” que os nossos governantes fazem, para satisfazer os donos do capital estrangeiro.
E o “povão” fica assistindo novelas tendenciosas em tempo integral e querendo saber, inclusive, quem irá para o “Paredão” no domingo, na programação do “front” norte-americano.
Quando a segunda grande guerra terminou, em 1945, o Brasil era credor dos Estados Unidos da América do Norte. Acreditem!
Os americanos conseguiram pagar essa dívida com sucata de guerra. A maioria dos brasileiros não sabe disso. Aliás, a maioria do nosso povo não sabe de ... nenhuma. Por essa razão, é que a preservação do analfabetismo é muito importante para o desenvolvimento dos bens dos gananciosos. Inclusive, o voto do analfabeto é uma prova de plena “democradura”.
Não sejamos hipócritas; analfabeto pode votar?
O que será que foi oferecido ao nosso governo daquela época, para que ele aceitasse o pagamento dessa dívida com sucata de guerra? Foi uma verdadeira proposta indecorosa. Creio que deve ter sido a tal “ALIANÇA PARA O PROGRESSO”. Só que os americanos esqueceram de avisar aos nossos governantes, que a palavra “para”, não seria preposição e sim, verbo.
Com raríssimas exceções, todos os nossos governantes, que militam nos Três Poderes e mais os militares superiores das três armas, possuem riquezas incompatíveis com os seus salários profissionais; por quê?
E o Zé da Silva fica querendo saber quem vai para o “Paredão” no domingo ou como foi que acabou o capítulo anterior da novela das oito. Não dá pra entender!
Estamos vivendo um momento único, na história da corrupção brasileira.
Antigamente, o pessoal enriquecia aos poucos, disfarçadamente, para não espantar ninguém. Sabia que teria vários anos de mandato para roubar devagarinho.
Hoje, o pessoal pertence a um partido novo, que nasceu no meio do “povão”, isto é, todo mundo pobre. Esse pessoal tem pressa, porque não sabe se vai ficar no poder por muito tempo. Então, na dúvida, fazem todas as “falcatruas” com uma rapidez impressionante, não se preocupando em ser pego com “a mão na massa”, ou melhor, no dinheiro público. Sabe que não irá para o “Paredão” no domingo.
Enquanto isso, o coitado do Zé da Silva não sabe que “coitado” poderia vir do latim “coitu”, porém, para sorte dele, vem de “coctare”, que significa “causar aflição, desgraçar” e não, “relação sexual”. Então, o coitado do Zé da Silva é apenas um desgraçado aflito, embora esteja sendo “enrabado”.
Todos nós brasileiros somos “coitados” desde o dia em que nascemos, até o dia em que morremos.
A corrupção já faz parte da nossa cultura popular em todas as faixas etárias, inclusive em crianças.
Posso citar como exemplo de corrupção infantil, o seguinte diálogo:
- Fulaninha, mostra o seu que eu mostro o meu.
- Não posso, mamãe não deixa.
- Posso lhe dar este DVD do Pica-Pau.
- Tenho vergonha.
- Eu tampo o meu rosto com as mãos e lhe dou este bombom, também.
- Tá bem, mas só uma vez.
Qual o brasileiro que, quando criança, não teve um diálogo parecido com esse com alguém? Até mesmo entre coleguinhas do mesmo sexo.
A corrupção existe em todo o planeta, porque é da natureza humana, assim como a ganância pelo poder. Mas nos países subdesenvolvidos como o nosso, cujo “povão” é ignorante pela falta de educação básica, tanto a corrupção quanto a ânsia pelo poder, possuem um efeito devastador na sociedade como um todo.
Nos países desenvolvidos, existe corrupção em índices infinitamente menores do que nos outros países. Apenas alguns casos isolados, às vezes, são descobertos. Porém, os envolvidos são punidos exemplarmente, o que não acontece por aqui.
No nosso País, quando alguém se propõe a fechar algum tipo de negócio lícito com outra pessoa, já vai preparado para ouvir algum tipo de proposta ilícita, principalmente, se essa outra pessoa representar alguma entidade pública ou, até mesmo, privada. Já faz parte do diálogo comercial, já é considerado normal. Porém, não é normal e sim, comum.
A frase mais comum nesses diálogos é: “quanto é que eu levo nisso?”
E o Lula diz: “eu não sabia de nada”. O pior, é que a maioria acreditou. A maioria despreparada, é claro. A maioria que é analfabeta e não poderia votar nem para Síndico de Condomínio, quanto mais para Presidente da República.
Tudo isso vem acontecendo desde o dia em que o Brasil foi “achado” e não descoberto, pelos portugueses exploradores.
Tudo começou com os indígenas nativos.
A primeira observação feita por Cabral foi: “que bela terra pra se montar uma alfaiataria”.
D. Pedro I praticou o coito com tanta gente, que acabou se infectando com sífilis e a disseminou por toda a corte.
Essa, talvez seja uma das explicações científicas, para o fato do nosso povo ser tão imbecil, isto é, a grande maioria deve ter sífilis congênita, originária da época de D. Pedro I, que comia todo o mundo, menos eu.
Bem antes de D. Pedro I, havia um outro português com muita sorte.
Certa ocasião, ele andava sozinho e despreocupado pela mata, quando deu de cara com um grupo de índios armados, que o atacaram. Num primeiro momento, ele saiu correndo com os índios nos seus “calcanhares”. Quando, finalmente, se cansou, puxou pela arma de fogo que carregava e deu o único tiro que podia dar. Foi um espanto geral, inclusive dele. Os índios se assustaram com o som e o clarão da explosão da pólvora. Imediatamente se curvaram diante dele, gritando : “Caramuru ! Caramuru !”.
A partir daí, Caramuru, como ficou sendo conhecido, passou a ser adorado pelos índios e pelas índias.
Teve tanta sorte, que, logo em seguida, se amigou com a Camila e a Deborah, quando elas ainda eram jovens e viveram felizes para sempre, num lugar paradisíaco. Existe sorte maior do que essa?
A Globo registrou tudo.
Mais tarde, montou uma indústria de fogos de artifício, lá na “baixada”, que levou o seu nome; Caramuru.
A indústria prosperou tanto, que existe até os dias de hoje.
Logo após o grande “achado”, os portugueses precisaram contratar “mão de obra especializada”, para trabalhar na nova terra; tentaram com os indígenas locais mas não conseguiram. Os índios só queriam saber dos “apitos” das portuguesas. Então, importaram os negros africanos.
Além de fortes e saudáveis, os negros não tinham pra onde fugir, não estavam em suas terras de origem, estavam totalmente desorientados. E, dessa forma, tiveram que se submeter e “meter”, dando origem ao maior e melhor produto nacional “for export” de todos os tempos; a mulata.
Já naquela época, Sargentelli montou um time de mulatas sensacionais e criou o primeiro “show” em churrascaria.
Foi uma grande idéia, que é usada até hoje, porque os turistas pagam o preço do rodízio e não comem; bebem, babam embevecidos, batendo palmas. Os grupos de babões não tiram os olhos das mulatas sambando. Os garçons, já instruídos, passam rapidamente com o churrasco pelas mesas e ninguém percebe. Os proprietários das churrascarias que adotaram esse sistema, faturam muito, gastando pouco.
É muito importante registrar que os negros eram realmente importados pelos portugueses, através de contatos com escritórios de “Tele-Marketing”, na África, isto é, os negros gananciosos que dominavam algumas regiões africanas é quem enviavam os escravos para o Brasil, através de “Sedex”.
A escravidão negra brasileira começou na própria terra natal deles, a África.
Tudo porque, conforme já foi dito, em todos os lugares do planeta, em qualquer época, sempre existirão os gananciosos, que conseguirão dominar a maioria do povo despreparado pela falta de educação básica.
Se determinado grupo for esclarecido pela educação, os gananciosos “não vão se criar”. Vão surgindo e se enquadrando naquela sociedade esclarecida. Vão sumindo no meio da grande maioria bem preparada.
Mas se aquele grupo for formado por indivíduos sem nenhuma educação, os gananciosos, que sempre existirão, dominarão aquele povo despreparado.
Foi exatamente isso que Jesus de Nazaré deduziu, com muita sabedoria.
Dessa forma, ele, juntamente com os apóstolos, começou a mostrar ao povo, o que era certo ou errado. Ele foi o mais ilustre anarquista da história da humanidade.
E foi crucificado por isso!
Foi uma trajetória de vida muito curta, infelizmente, para aquele povo que o rodeava.
Como não houve tempo suficiente para ser obtido algum resultado satisfatório, isto é, o povo não conseguiu se esclarecer suficientemente, os gananciosos daquela época aproveitaram a oportunidade criada por Jesus e “inventaram” uma religião.
Tudo que se conta de extraordinário e prodigioso a respeito de Jesus, ao longo dos séculos, foi inventado por uma minoria predominante, formada por indivíduos gananciosos daquela época.
A intenção deles era agrupar, amedrontar e iludir o povo inculto, para tirarem proveito disso, principalmente na área comercial, é claro, usando um tipo de organização chamada de “Cristianismo”.
Se hoje em dia, alguns grupos de gananciosos ainda conseguem tudo isso, usando a mídia, imaginem há dois mil anos atrás.
Seixas estava lá e constatou. Ele quis divulgar mas a mídia não permitiu. Ele foi execrado por todos os meios de comunicação de massa. Acredito até, que, por causa disso, sua úlcera estomacal fugiu de controle e o matou.
Enquanto isso, um parceiro de Seixas, que foi mais esperto, deu uma guinada de 180º e passou a escrever sobre misticismo religioso, de uma forma mais suave, fantasiosa e romântica, isto é, do jeito que aquele “povão” despreparado gosta; aquele ”povão” que não perde a novela das oito ou que fica preocupado em saber quem vai para o “Paredão” no domingo.
Esse parceiro de Seixas chegou ao cúmulo de dizer que “fazia chover”; e muita gente acreditou, pois, todos lêem as bobagens que ele escreve, usando o misticismo religioso para iludir o “povão” despreparado. Se ele “faz chover”, por que não usa esse “dom”, lá no Nordeste? Além de ajudar o seu povo, poderia ganhar o Prêmio Nobel de Física ou de Literatura; ou quem sabe, os dois. Só falta isso, para ele se igualar ao Linus Pauling e a Marie Curie.
Seria bom alguém lembrá-lo, que o Janot Pacheco tentou, mas parece que não deu certo.
Tá vendendo tanto livro pelo mundo afora, que deu pra comprar uma confortável cadeira, lá naquele lugar nobre, onde tem um grupo misto que sabe e que não sabe literatura. Inclusive, tem um outro associado que também se enquadra naquele grupo de gananciosos, que é próprio de suas origens, que foi professor da UERJ, mas nunca deu uma aula sequer. Como pode um professor universitário ser conduzido a esse grupo de literatos, sem ter dado uma única aula? Que obra literária tão importante poderia ser produzida por um professor universitário que nunca deu uma aula sequer?
Esse tipo de coisa só acontece no nosso País, ou seja, um país de mer a fantasia.
Talvez, Seixas quisesse denunciar tudo isso através de suas músicas, que eram difíceis de serem entendidas pelo povo despreparado.
Quando a mídia percebeu, o crucificou.
Por que a mídia faz isso?
Será que por trás de uma grande emissora de TV, existe algum grupo de gananciosos? Claro que sim.
Quando vejo uma potência mundial no ramo das telecomunicações usar técnicas subliminares, para induzir o povo a fazer o que eles querem, sem que sejam punidos pela sociedade esclarecida, começo a colocar em dúvida a Justiça Divina.
Perdoe-me, meu Deus! Com você, tenho que ser sincero, não posso ser hipócrita.
Considero um procedimento covarde para com o povo inculto e despreparado, quando uma emissora de televisão apresenta programas de baixo nível comportamental ou, até mesmo, histórias em capítulos em tempo integral, para que sejam passadas orientações tendenciosas anormais, de uma forma subliminar, para que sejam absorvidas pelo “povão” inculto, sem se dar conta. Isso também é “lavagem cerebral” no mais alto grau.
Acredito, que o Zé da Silva tenha sido induzido a ser “coitado”, através de orientações subliminares, assistindo tranquilamente suas novelas em tempo integral ou o “Paredão” no domingo.
A técnica subliminar usada para incutir orientações tendenciosas, com a finalidade de induzir pessoas a fazerem determinadas coisas incomuns, é um artifício muito usado pela mídia, para obter algum tipo de proveito.
É sabido, que na área de Artes o homossexualismo grassa e que as drogas alucinógenas são usadas pela maioria dos artistas.
Um dos mais famosos e ilustres homossexuais da história da humanidade, foi Leonardo da Vinci (1452 – 1519).
Além de ser um excelente artista plástico, foi arquiteto, engenheiro e pesquisador científico.
Foi muito ajudado financeiramente por César Bórgia, irmão de Lucrécia, que eram filhos bastardos de Rodrigo Bórgia que foi Papa. Naquela época, os papas papavam todas ou eram papados. O celibato não era obrigatório.
Alguns estudiosos no assunto dizem que o celibato foi adotado para evitar que houvesse a geração de herdeiros, os quais ficariam com grande parte das riquezas da Igreja.
A avidez dos religiosos por dinheiro e poder é tão grande, que adotando o celibato, não se importaram em criar uma das maiores dificuldades de aceitação pública espontânea da religião católica. E o que é pior, deram chance aos que não suportam o celibato, de praticarem sexo de uma forma ilícita, ilegal e imoral.
Dizem as más línguas, que o celibato foi inventado por algum Papa “Gay”.
César Bórgia, segundo a história, era um “homão” cheio da grana. Chegou a ser Cardeal e Príncipe. Era um “tremendo” mau-caráter e foi assassinado por isso, aos 32 anos de idade. Aquelas mesmas más línguas de sempre diziam que ele “comia” a Lucrécia e que o da Vinci dava pra ele.
Agora recentemente, saiu uma matéria na revista “Isto é” abordando o tema bissexualismo.
O que me chamou a atenção foi a maneira como foi abordado o tema. De uma forma simples e extremamente natural que, a meu ver, estaria tentando passar para os leitores, a ideia de que seria um comportamento normal, mas não é!
Essa matéria vem ao encontro de tudo que eu disse sobre o assunto, ou seja, que é um comportamento comum mas não é normal.
Inclusive, foi dado um exemplo de comportamento bissexual, em um componente daquele programa de baixo nível comportamental. Aquele programa que o Zé da Silva gosta de ver, que leva alguém para o “Paredão”, nos domingos.
Será que a parte da sociedade esclarecida e normal não percebe a indução praticada pela imprensa e pela mídia?
Foi dito, inclusive, que até o Alexandre Magno era bissexual; quem diria?! Um “homão” daquele, tão bravo, mas gostava de “sentar na boneca”.
Com essa informação pura e simples, o Zé da Silva vai deduzir que: “se o Alexandre era grande e “sentava”, por que eu, tão pequeno, não posso “sentar”?
Ao longo dos anos através da mídia, usando-se a técnica subliminar, os homossexuais, principalmente aqueles que possuem cargos de chefia, vêm tentando incutir nas cabeças das pessoas, que ser homossexual é uma coisa normal.
Existe uma grande diferença entre ser normal e ser comum.
Homossexualismo é uma coisa normal? Não, é comum.
Os hipócritas e os ignorantes dizem que isso é preconceito. Não é preconceito; é conceito.
Conceito científico, ou seja, para os esclarecidos pela educação, e que não são homossexuais, não tem contestação.
Pude ouvir, que até lá na OMS já estão “espalhando” que ser homossexual não é doença, isto é, não é anomalia, ou seja, é uma coisa normal.
Acredito que já deva ter um grupo de homossexuais “infiltrados” na OMS em cargos de chefia, não posso crer em outra coisa.
Quando um ser humano está sendo “fabricado”, pode acontecer algum distúrbio na formação do feto, por várias razões que a área de Ciências pode comprovar, principalmente na Medicina e não em outras áreas quaisquer. Podem ocorrer acidentes genéticos de várias origens, contaminações patogênicas diversas de origem materna, disfunções hormonais mistas, etc... etc...
Em todos os casos citados, fatalmente será produzido algum efeito danoso no feto, ainda na fase intrauterina.
Como exemplos de doenças congênitas, isto é, “de nascença”, posso citar a Síndrome de Down, a Sífilis Fetal e a Característica Sexual Indefinida, causada pela deficiência desse ou daquele hormônio.
Em todos os casos citados, será evidenciado um tipo qualquer de anomalia no feto.
Então, não podemos classificar os resultados finais dessas gestações, que darão origem aos respectivos recém-nascidos, como sendo normais.
Na Síndrome de Down e na Sífilis Congênita, as lesões são irreversíveis.
Porém, na Característica Sexual Indefinida, em certos casos, existe tratamento hormonal específico, que poderá levar a um resultado muito satisfatório, isto é, causar a predominância do hormônio masculino ou do feminino, dependendo do caso.
É claro que, quanto mais cedo for feito esse tratamento, melhor será o resultado obtido.
E essa é a maior dificuldade encontrada nesses casos, ou seja, se detectar a tal deficiência hormonal, tão logo quanto possível.
O melhor procedimento para os leigos sobre esse assunto, é ficar como diz aquele “velho deitado”: “cada macaco no seu galho”. Ciência, é para ser discutida com quem é da área de Ciências!
Um distúrbio hormonal, quando da formação do feto, pode levar qualquer ser animal a uma anomalia congênita, isto é, de nascença.
Nesses casos, o homossexualismo humano e até mesmo dos animais, podem ser evidenciados, provocando distúrbios nos seus comportamentos sociais.
A natureza só criou dois sexos; o masculino e o feminino. O resto é anomalia, qualquer que seja a origem.
Na língua latina, existe o gênero “neutro”.
Como a língua portuguesa se originou do latim, poderíamos chamar os homossexuais, tanto masculino quanto feminino, de “neutros”, em vez de “viado” ou “sapatão”, que são pejorativos. “Neutro” ficaria mais suave.
- “Fulano, o que você é?”
- “Ah, eu sou neutro!”
Se homossexualismo é uma anomalia, segundo a Ciência, não pode ser considerado normal.
Pode até ser comum em determinadas áreas, como nas artes, por exemplo. Porém, nem todo artista é “neutro”.
Como procuro ser o menos hipócrita possível, posso afirmar que a mídia detém uma grande quantidade de “neutros”, em cargos importantes e que decidem o que será feito com as programações futuras.
Por essa razão, é que os “neutros” conseguiram incutir nas cabeças das pessoas, usando técnicas subliminares, que o homossexualismo é uma coisa normal.
Isso foi alcançado ao longo de muitos anos, massacrando o “povão” com novelas tendenciosas em tempo integral e programações de baixo nível comportamental.
A sociedade despreparada do nosso País, que é subdesenvolvida, engoliu essa “pílula” sem engasgar.
O pior disso tudo, é que não vejo possibilidade de reversão nesse quadro terrível. A tendência natural é piorar.
Felizmente, não tenho descendentes.
Existe homossexualismo de outras origens. Posso citar, como exemplos, casos de desvio de comportamento por problemas psíquicos, formação educacional doméstica tendenciosa, estímulo comportamental em grupo, uso de drogas alucinógenas, ou pura degradação humana, ou seja, pura sacanagem, que é inexplicável. Porém, em todos os casos, existe a anomalia, isto é, não é normal, podendo ser comum na sociedade.
Certa ocasião, participei de um “bate-papo” de botequim com vários tipos de pessoas. Uma delas era homossexual declarado.
Em determinado momento, essa pessoa disse que: “não há nada mais excitante e gostoso, do que sentir o atrito de um pênis, massageando a minha (dele, é claro) próstata”.
Não consigo imaginar uma coisa dessas.
Quando tenho que ir ao urologista para fazer uma checagem no equipamento, me preparo psicologicamente desde o dia anterior.
O mais incrível, é que não consigo achar nenhuma urologista na relação de médicos credenciados pelos planos de saúde.
É uma sacanagem!
Sempre, ao marcar o exame, tenho vontade de perguntar à atendente do médico, se ele tem dedos finos e curtos.
É preciso divulgar junto à classe de estudantes de medicina que, a acadêmica que se especializar em urologia, vai ficar rica rapidamente ou vai arrumar um excelente casamento.
Ela terá a oportunidade de conhecer diversos tipos de “falus”, podendo escolher para seu uso, o que melhor lhe aprouver.
Poderá fazer testes físicos com o “falus” selecionado, tais como: resistência ao impacto, resistência à tensão, elasticidade, flexibilidade, dureza, liberação de calor por atrito, relação entre massa e volume (densidade), e algumas propriedades organolépticas (cor, odor, sabor).
Alguns ensaios químicos poderão ser realizados com o “falus”, tais como: afinidade com metais nobres (prata, ouro, platina), presença de metais pesados (chumbo).
Ao colocar em discussão a questão do homossexualismo como sendo anomalia ou não, pude constatar que existem pessoas que já têm os seus conceitos formados com a influência da mídia, que usa técnicas subliminares para incutir nas cabeças dessas pessoas, informações distorcidas sem nenhum fundamento científico.
Pude ouvir, que homossexualismo se compara à Síndrome de Down e que não seriam doenças e sim, coisas normais. É mole?
Creio que, quem diz uma bobagem dessas, deve estar assistindo novela em tempo integral e programas de baixo nível comportamental, que vulgariza tudo, inclusive o relacionamento sexual entre pessoas normais, tentando fazer ver a elas, que ser “neutro” é uma coisa normal.
“Vige!”.
Por compaixão hipócrita, induzida pela mídia, todo o mundo está dizendo que Síndrome de Down não é doença, isto é, não é anormal. Então, o que é? Se não é anormal, só pode ser normal.
Nascer com Síndrome de Down é normal? Por Deus!
Rasgarei o meu diploma da área de Ciências e vou me licenciar em Artes Cênicas. Ainda vou ganhar uma grana, lá na Globo, como ator.
Em tempo: A palavra “como”, usada no parágrafo anterior, não é verbo, e sim, conjunção. Não sou “neutro”.
Síndrome de Down é uma doença congênita, isto é, gerada simultaneamente quando da formação do feto, devido a algum tipo de acidente genético.
Existem várias doenças congênitas.
Anteriormente, já foi citada outra doença, que pode ser uma das explicações científicas, para o fato da maioria do povo brasileiro ser tão imbecil; Sífilis Congênita é o seu nome.
D. Pedro I colaborou muito para a sua disseminação. Penso até que ele, juntamente com Al Capone, frequentavam o mesmo “bordel”, pois os dois morreram sifilíticos.
Todos os portadores de doenças congênitas merecem e devem ser tratados com respeito, consideração e solidariedade. Afinal, eles não pediram para nascer.
Devemos tratá-los da mesma forma que a todos os seres vivos, isto é, como a nós mesmos.
Alguém já disse isso de uma outra forma, há algum tempo atrás. Não consigo lembrar quem foi.
Os governos, mesmo os corruptos como os nossos, têm a obrigação de dar assistência médica gratuita, oportunidade para eles se educarem, colocação profissional quando possível e garantir a inserção deles na sociedade.
Mas não vamos ser hipócritas por compaixão, talvez eles não queiram isso.
Eles são anormais sim; só que eles não precisam ouvir isso.
O que pode ser explicado através da medicina, e creio que seja isso o que a OMS está tentando fazer, é diferenciar o conceito de lesão cerebral do conceito de doença crônica.
A Síndrome de Down é um exemplo de doença que acontece através de um acidente genético, o qual causa uma lesão cerebral irreversível, entre outras coisas. Alguns cientistas não querem classificá-la como sendo uma doença e sim, uma anomalia, que é um desvio acentuado de um padrão normal.
Da mesma forma, os cientistas pensam que a “Característica Sexual Indefinida”, a qual acontece por disfunções hormonais diversas quando da formação do feto, também não seja uma doença e sim, outro tipo de anomalia.
É evidente que os exemplos citados diferem do conceito de “doença crônica”, até com referência ao tratamento médico através de medicação própria.
Como exemplo de doença crônica, posso citar o “Lupus Eritematoso Sistêmico”, a qual deverá ser tratada com medicação específica, indefinidamente.
Creio que a OMS está querendo dizer o seguinte: “quando um indivíduo possui alguma síndrome, que é um conjunto de sintomas que caracteriza determinada doença, mas se as suas funções hematológicas, imunológicas e bioquímicas estiverem dentro dos parâmetros de normalidade, será considerado possuidor de uma anomalia e não de uma doença.
São os casos da Síndrome de Down e da Característica Sexual Indefinida.
Mas é muito importante lembrar que anomalia é anormalidade, ou seja, enfatizando, desvio acentuado de um padrão normal.
Já no caso do Lupus Eritematoso Sistêmico, o indivíduo poderá ser considerado normal, porém, doente crônico.
Francamente, não sei dizer o que é pior.
Aí então, o Zé da Silva juntamente com a sua mulher, depois de vários meses de tentativas, conseguiu uma consulta médica na rede pública.
Com muita categoria e atitude cerimoniosa, o médico colocou a mão no seu ombro e disse: “seu Zé, o senhor possui uma anomalia mas não está doente, porém, a sua senhora está doente mas é uma pessoa normal”.
Não teve jeito; a “cuca” do Zé fundiu.
Provavelmente, a OMS está querendo amenizar o impacto na sociedade, para melhorar o relacionamento entre os indivíduos de uma maneira geral. Só que, na minha opinião, criou-se uma grande dificuldade de interpretação pelo “povão” despreparado.
Com isso, conseguiram criar os seguintes fenômenos:
- O indivíduo doente normal.
- O indivíduo anormal são.
Imaginemos um esquizofrênico no mais alto grau da doença com todos os resultados de exames hematológicos, imunológicos, parasitológicos e bioquímicos dentro dos parâmetros normais e não possuindo nenhuma deficiência física.
Como poderíamos classificá-lo, com referência à sua sanidade?
Quero registrar aqui, a minha indignação com a mídia maligna.
Parem de usar técnicas subliminares para dominar o “povão” despreparado. Isso é covardia; é lavagem cerebral da pior espécie. Não massacrem as pessoas com novelas em tempo integral, contendo orientações distorcidas e tendenciosas. Relatem as notícias do dia-a-dia, sem emitir opiniões próprias oportunistas. Deixem o “povão” pensar e deduzir. É muito mais salutar para a sociedade como um todo.
Nas guerras, em todos os tempos, os prisioneiros são massacrados com técnicas de torturas, inclusive do tipo subliminar, para que sejam feitas lavagens cerebrais, a fim de se obter informações valiosas com referência ao inimigo. Nesses casos, os grandes prejudicados são algumas dezenas de pessoas.
Aqui, no nosso País subdesenvolvido, toda a população brasileira é prisioneira da mídia maligna. Somos massacrados com orientações distorcidas e tendenciosas, de uma forma subliminar, através desses programas de baixo nível comportamental e de novelas em tempo integral, que emitem informações sem nenhum fundamento científico.
Milhões de pessoas sofrem lavagens cerebrais de todos os tipos, através da mídia maligna, em todo o mundo.
Julguem e digam quem é mais covarde.
Há de ser levado em conta, a necessidade de cada caso citado e a quantidade de pessoas atingidas.
Não tenho dúvida nenhuma. A mídia maligna age de uma forma muito mais covarde.
As técnicas subliminares usadas pela mídia maligna, vão obliterando os conceitos básicos sobre relacionamento humano consagrados pelos milênios e dessa forma, abrem espaço nas mentes do povo despreparado, para ser preenchido com informações distorcidas e tendenciosas, sem nenhum fundamento científico.
Isso acontece com mais frequência na mídia, devido à facilidade de absorção de informações, através da visão humana, porém, a audição também é usada nessa técnica subliminar, para que sejam incutidas nas mentes das pessoas despreparadas, determinadas preferências musicais, por exemplo.
Isso explica a mudança radical do gosto musical dos jovens de hoje.
Massacrando-se a visão, juntamente com a audição, temos na “balada”, o Funk.
Nesse tipo de evento de baixo nível, todos os sentidos humanos são usados no limite, pelos três segmentos sexuais da natureza, ou seja: o masculino, o feminino e o “neutro”.
Usando-se o tato, pode-se sentir alguma coisa roliça, quente e dura, independentemente de cor.
Com movimentos adequados e usando-se a boca, através do olfato, pode-se sentir o aroma e o sabor da “proteína jovem”, que se forma em pouco tempo e que é expelida através de ejaculações vigorosas, a qual faz lembrar, por semelhança de odor, o hipoclorito de sódio.
Nesses ambientes fechados, o ar fica muito poluído com a fumaça originada da queima de alguns vegetais, tais como: a folha do tabaco, da canabis sativa e de pulverizações de uma mistura de extrato da folha de coca com alguns produtos químicos.
Algumas pessoas preferem aspirar esse pó branco, derivado da folha de coca, misturado ao talco e ao bicarbonato de sódio. Essas pessoas alegam que, dessa forma, o olfato atinge a sua plenitude. Não sabem que aspirando, vão expirar rapidamente.
Se a mídia maligna não usasse esses artifícios covardes para obter vantagem em benefício próprio, poderia ser evitado aquele caso conhecido do Zé da Silva, que, depois de ser massacrado com novelas tendenciosas e informações pretensamente científicas, ficou sem saber definir qual deveria ser o seu comportamento na sociedade.
Então, na dúvida, resolveu “soltar a franga”. E o pior, é que ele gostou e está dando mais do que “chuchu na cerca”.
O grupão dos “neutros” atingiu o objetivo e cresceu. Como dizia o Costinha: “entrou mais um pro time”.
De tanto assistir “Reality Show”, o Zé da Silva sentiu vontade de participar de um programa desse tipo.
Depois de muito indagar aos amigos, conseguiu saber como deveria proceder para se inscrever.
Alguém lhe disse: “você tem que dar o currículo para o diretor do SRH da emissora”.
A partir daí ele ficou “cabreiro”, chegando a comentar com os amigos, dizendo: “seria ótimo, mas como posso dar o meu currículo pra alguém que não conheço?”
Ainda com referência ao uso indevido da mídia, posso citar um outro grupo de pessoas inescrupulosas, que se aproveitam do fato de serem orientadores religiosos e usam essas técnicas subliminares em benefício próprio, isto é, para ganharem muito dinheiro, às custas de quem tem pouco.
Essas pessoas chegam a prometer milagres ao “povão”, com a intenção de iludir, para auferirem bons lucros.
Na história de ficção científica milenar sobre Jesus de Nazaré, que foi inventada pelo grupo dominante daquela época, até os dias de hoje, houve alguns acréscimos que foram feitos pelas gerações seguintes. Era necessário que se fizessem pequenas correções e algumas adaptações nos conceitos cristãos originais, que eram muito rígidos, voltados apenas para o povo miserável daquela época, para que se harmonizassem com o avanço do tempo até os dias de hoje, para que todos os povos cristãos fossem atingidos e explorados.
O enredo da história era muito bom, mas o roteiro precisava de alguns ajustes que deveriam ser feitos por profissionais competentes.
Provavelmente, contrataram algum roteirista da Globo.
Daí então, surgiu o “Caso Especial” que é mostrado anualmente; “A vida de Cristo”.
Foi um trabalho tão bem feito, que perdura por séculos. É considerado melhor do que as novelas mexicanas.
Essa história foi tão bem aceita pela maioria despreparada, que até escreveram um livro contando detalhes sobre a vida de Cristo, que no filme, por condições financeiras, ficaria muito dispendioso contá-los, é claro.
Para compensar essa dificuldade, contrataram o Cid com aquele vozeirão e gravaram toda essa história em CD digital “stereo”, usando toda a técnica de gravação possível da atualidade, a fim de impressionar os incautos e os crédulos, para que os mesmos aceitem todos os dogmas ou mentiras do Cristianismo, sem contestação.
Desde que foi inventada, até os dias de hoje, essa história tem dado bons resultados, auferindo boa lucratividade a todos os gananciosos que a divulgam, independentemente dessa ou daquela religião.
Para quem assiste anualmente o Caso Especial na Globo, “A vida de Cristo”, qualquer que seja a versão, mesmo a do Mel Gibson e que não acredita nos superpoderes atribuídos a Jesus pelos judeus “espertos”, fica claro que todo o seu esforço para educar e esclarecer o povo que o rodeava, foi em vão.
Essa história sobre Jesus de Nazaré, que os judeus gananciosos daquela época inventaram, foi tão bem contada que perdura por dois mil anos. Nem as novelas “O direito de nascer” e “Em busca da felicidade”, duraram tanto.
Coincidentemente, por esses dias, foi descoberto um túmulo contendo três urnas mortuárias, lá em Jerusalém, datando de dois mil anos atrás, com inscrições de identificação, que levam os cientistas, que fizeram a descoberta, a crerem que se trata dos restos mortais da família de Jesus, ou seja, dele próprio, de sua mulher Maria Madalena e de seu filho Judá.
Essa descoberta, se ficar provada cientificamente, vem ao encontro da minha teoria de que toda essa história de prodígios milagrosos atribuídos a Jesus, foi inventada pelos judeus gananciosos, criando o Cristianismo com a intenção de agrupar, amedrontar e explorar o “povão” despreparado pela falta de educação básica.
Jesus de Nazaré foi um homem bom, sábio e enérgico com os seus seguidores. Queria o melhor para o seu povo, era um líder nato, desprovido das coisas fúteis da vida e se sacrificou por isso. Mas era um ser humano exatamente igual a todos nós, isto é, não possuía superpoderes; somente o Clark Kent é quem tem essas virtudes.
Guardando as devidas proporções, posso citar seis nomes de pessoas que agiram de maneira semelhante a de Jesus, para com os povos que os rodeavam; Joaquim José da Silva Xavier, Abraham Lincoln, Mahatma Ghandi, Antonio Vicente Mendes Maciel, Martim Luther King e Francisco Mendes.
Coincidentemente, todos eles foram assassinados; por quê?
Pense um pouco, use o seu cérebro de forma sadia, não coma presunto cozido de outra marca.
Pensando bem, acredito que essa farsa judaica milenar não deva ser desmascarada em tempo algum, pelo bem dos crédulos e dos ignorantes de todo o mundo cristão. Seria uma catástrofe psicológica, se ficasse provado cientificamente, que Jesus de Nazaré foi apenas um homem comum com muitas virtudes, o que é raro na humanidade como um todo.
Costumo dizer que: “a ignorância traz a felicidade”, ou, “o ignorante é feliz”.
A maior prova de que foi em vão o esforço que Jesus de Nazaré fez, para melhorar as condições de vida de seu povo, vem acontecendo há muitos anos no oriente médio. Lá, o fanatismo religioso é tanto, que aquela briga entre árabes e judeus só vai terminar, quando um “engolir” o outro e o outro “engolir” o um, isto é, quando não sobrar mais ninguém. Aquele povo vive uma vida miserável, enquanto os xeiques ostentam grandes riquezas. É um povo tão idiota, que dá a sua própria vida pela dos governantes gananciosos, sejam eles religiosos ou militares. Não dá pra entender tanta idiotice.
Por outro lado, os dirigentes judaicos detêm o poder econômico e o financeiro no ocidente, enquanto que a sua pequena representatividade local, os israelitas, morrem, trocando tiros com os muçulmanos. Segundo Henri Sobel, “não dá pra explicar o inexplicável”.
Maomé, sendo um dos assessores divinos “sênior”, não conseguiu até hoje mostrar ao seu povo, que existe um lugar ao sol para todos os seres humanos. Eles guerreiam até entre si! É mole?
Por falar em lugar ao sol, os judeus querem essa “praia” só pra eles.
Em toda a história da humanidade, o poder econômico e o financeiro do planeta sempre estiveram nas mãos deles. Não conheço nenhum judeu pobre; você conhece algum?
Existe uma passagem bíblica muito interessante, contando que Moisés subiu o Monte Sinai, para pegar com Deus os “cartões de crédito divino”, juntamente com um contrato de adesão com as normas estabelecidas, para que os judeus passassem a ter uma vida melhor e mais cômoda. Não haveria necessidade de transacionar com ouro ou pedras preciosas, bastava o uso do cartão de crédito divino.
Moisés demorou muito tempo para convencer Deus, a permitir o uso dos tais cartões de crédito e que fossem colhidas as assinaturas do seu povo no contrato de adesão, talvez porque Deus estivesse meio “cabreiro” com aquele pessoal.
Moisés só conseguiu convencer Deus, quando declarou que aquele povo que o esperava, tinha vivido na escravidão por muito tempo, lá no Egito. Viviam uma vida miserável, com trabalho escravo, ganhando muito pouco, quase que somente um prato de comida por dia, etc, etc..., enfim, aquela história de sempre.
Nesse meio tempo, aquele povo escravo e miserável, que trabalhou forçado por um prato de comida por dia, começou a ficar impaciente com a demora do retorno de Moisés.
Um “grupinho esperto”, aqueles gananciosos que sempre existirão, conseguiu convencer o povo despreparado pela falta de educação básica, dizendo que Moisés devia ter morrido e, por essa razão, deveriam adorar um novo deus. Mas era necessário uma imagem concreta do novo deus.
Para isso, organizaram uma grande fila e foram arrecadando doações daquele povo miserável, que foi escravizado, trabalhando para os egípcios por um prato de comida por dia.
Quando a coleta terminou, tinha tanto ouro que deu para fazer uma estátua em tamanho natural, de um bezerro com chifre e tudo. Aquele bezerro tinha chifres.
Era necessário que se usasse todo o ouro doado, para que não sobrasse nada, para não ter que ser devolvido aos doadores, com juros e correção monetária.
Até hoje, os judeus não conseguiram explicar aos fiscais da Secretaria da Receita Federal, a origem de tanto ouro. E eles trabalharam muitos anos, apenas por um prato de comida por dia!
Um dos judeus gananciosos, ainda tentou iludir o pessoal do “fisco”, dizendo que um deles havia descoberto a “pedra filosofal” e, por essa razão, conseguia transformar comida barata e de má qualidade em ouro maciço.
Moisés, ao chegar no local da confusão, trazendo o contrato de adesão e os cartões de crédito divino, ficou decepcionado com o pessoal. Jogou toda a documentação divina no meio do povo, quebrando tudo, era tudo de pedra.
Quando o pessoal se acalmou, Moisés, para puni-los, ordenou que a estátua de ouro maciço fosse derretida e que se fabricassem jóias, para serem vendidas lá no “Saara”, na rua da Alfândega, Senhor dos Passos e algumas transversais, a fim de que fosse feita a “lavagem do dinheiro” ilícito, que não tinha sido declarado ao fisco.
Em seguida, Moisés pegou uma segunda via do contrato de adesão divino com as normas estabelecidas e distribuiu cópias desse documento a todo o seu pessoal.
Mais tarde, mandou preparar cartões de crédito divino com material plástico que é mais resistente e foi distribuindo para o “povão”, determinando os limites de crédito, de acordo com os antecedentes religiosos de cada um.
Com essa historinha bíblica pode-se comprovar, que é da natureza humana a avidez por dinheiro para atingir o poder total.
Se não fosse assim, os espanhóis não dizimariam os Astecas, os Maias e os Incas, para poderem transferir toda a riqueza em ouro dessas civilizações espetaculares para a Espanha, que é um país extremamente religioso. A grande maioria é cristã. Dá pra entender?
Os portugueses, como os meus avós, não poderiam dizer com orgulho que: “esta jóia foi feita com ouro português!”. Portugal nunca teve ouro, todo ele é “tupiniquim”. Lá, só tem azeitonas e uvas. Até o bacalhau não é português. Apenas o “cheirinho obsceno”, que é adicionado ao pescado norueguês sob a forma de essência natural. E é isso que faz a diferença de qualidade do bacalhau. Só não consegui entender até hoje, como é feito esse processo industrial de adição dessa essência natural. “É um segredo muito bem guardado, num jardim florido, à beira-mar plantado”.
Quando D.João veio para o nosso País com toda a sua comitiva (ou “comilança”? Preciso consultar novamente o “Aurélio”.), trouxe de volta na bagagem, toda a fortuna em ouro e pedras preciosas que havia sido mandada para Portugal, durante os três séculos anteriores.
Chegando aqui, gastou rapidamente quase tudo em grandes festividades. Só em frango assado, o IBGE contabilizou um gasto de 20% da fortuna.
Então, com muita sabedoria, “bolou” um jeito de recuperar toda a fortuna gasta.
Criou o Banco do Brasil!
Daí em diante, entre outras coisas, começou a vender títulos de nobreza e papéis do Tesouro em troca de depósitos bancários em ouro no BB.
Em tempo; não é BBB; é BB, entende?
Em poucos anos já tinha recuperado toda a sua fortuna, porém, a nossa dívida externa tinha sido criada.
Ele estava sendo assessorado por um “expert” em transações comerciais e que era uma pessoa muito influente na Corte e, dessa forma, conseguia convencer os grandes empresários da época a depositarem suas fortunas no BB. Se não me engano, seu nome era “Conde Valério”.
E assim foi criado o primeiro valerioduto de que se tem notícia.
Quando D.João se entediou com o nosso povo, retornou a Portugal carregando na bagagem todas as barras de ouro que estavam guardadas no BB.
Não poderia acontecer outra coisa senão, a falência do Banco do Brasil.
Foi assim que tudo começou.
A nossa dívida externa deu um grande salto, após esse ato imoral de D.João.
Alguns anos depois, um grupo de empresários “espertos” reabriu o BB com a esperança de recuperar alguma fortuna perdida.
Com os maus exemplos da roubalheira e da impunidade deixados por D.João, os grandes empresários da época deduziram com muita sabedoria que poderiam, também, usar de métodos ilícitos para ganharem fortunas.
“O exemplo vem de cima”.
Isso vem acontecendo desde então.
Dizem os estudiosos que “a história se repete”.
Costumo dizer a mesma coisa de uma maneira menos romântica, ou seja, “o bolo fecal é o mesmo, só mudam as moscas”.
Um dos melhores exemplos de corrupção e impunidade é o que acontece com a família do “Conde Salim”.
Acredito que o “Conde Salim” deve ter o “rabo” de muita gente importante, preso em suas mãos, inclusive, de altas patentes militares das três armas. Não posso crer em outra coisa.
O “Conde Salim” rouba o governo descaradamente e não acontece nada com ele, por quê?
Um político gaúcho que era ávido pela Presidência da República, mas nunca chegou lá, para felicidade geral, apelidou o “Conde Salim” de “filhote da ditadura”, por quê?
Creio que todo ouro português, que era brasileiro, foi transferido para os cofres dos ingleses como forma de pagamento por proteção, para evitar que os franceses invadissem Portugal.
Que pena! Se essa invasão tivesse acontecido, talvez estivéssemos um pouco melhor, hoje em dia, no que se refere à cultura.
Da mesma forma, se não houvesse avidez por dinheiro e poder, os ingleses não se preocupariam em extrair ouro e diamantes das colônias, apenas para levarem para a Inglaterra, chegando ao cúmulo de roubarem as pedras preciosas, como os rubis indianos que são únicos, das estátuas dos Deuses do Hinduísmo, para fabricarem a coroa da “coroa”.
Os norte-americanos, por sua vez, não seriam ávidos por petróleo, a ponto de arrasar com qualquer povo por isso. Os alemães não se considerariam arianos e, por essa razão, não tentariam exterminar a raça judaica. Acredito que os nazistas estavam querendo os bens materiais dos judeus e não, evitar uma miscigenação, que seria uma tremenda imbecilidade. Não existe raça inferior. O que existe é falta de educação básica em um povo faminto e, consequentemente, doente.
Se a tal ganância por dinheiro e poder não existisse, os africanos não estariam morrendo de fome e sendo explorados de tudo que é jeito. Os árabes e os judeus não seriam inimigos mortais. Os gregos não dariam falsos presentes aos seus inimigos. Os romanos não dominariam os egípcios e, consequentemente, César não “comeria” Cleópatra, que hoje vive em Beverly Hills, velha, gorda e feia, porém, com a mesma expressão de olhar único, de cor violeta. E, finalmente, o Lula não diria que “não sabia de nada”.
Todos os assessores divinos “sênior” de Deus, não conseguiram consertar esse erro da natureza. Todos os outros defeitos de fabricação dos seres humanos derivam dessa avidez por dinheiro que, a meu ver, é desnecessária.
Não sou melhor do que ninguém, gosto muito de dinheiro, porém, não sento à “beira-do-colchão” todas as noites para contá-lo nota por nota, moeda por moeda. E nem poderia fazê-lo, porque não as tenho.
Não é divinamente justo que uns poucos tenham tanto e que o restante não tenha nada.
Perdoe-me mais uma vez, meu Deus!
Com você não consigo, não posso e não devo ser hipócrita.
Não entendo o seu critério de avaliação, mesmo sendo professor.
Mas, quem sou eu pra entender os seus desígnios?
Sua generosidade para comigo é muito grande.
Chegar à idade que cheguei, sem ter nenhum problema de saúde e ser fisicamente perfeito como sou, é a prova maior da sua generosidade.
Costumo dizer, que você só é “pão-duro” comigo, com referência ao dinheiro. O pior, é que a única coisa que sei fazer sem dinheiro, é dívida.
A única dúvida que tenho com relação a minha sanidade, é o que tange à minha mente. Creio que não sou mentalmente normal; ou comum? Sei lá!
Escrever tudo isso que escrevi, sem medo ou ignorando as consequências, é sinal que sou muito corajoso ou anormal psiquicamente, não sei dizer.
Mas essa é uma história maluca de um professor pirado; então, ...
Contos Fantásticos (01) --------------------- “By” Vic Dório